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Estudo da UFSCar mapeia como pais orientam os filhos sobre a mentira

  • Foto do escritor: Adriana Leite
    Adriana Leite
  • 12 de mai.
  • 2 min de leitura

Pesquisadores avaliam os tipos de mentiras e as diferenças culturais acerca do tema 



Estudo verifica como os pais avaliam e ensinam os filhos em situações que envolvem diferentes tipos de mentiras
Estudo verifica como os pais avaliam e ensinam os filhos em situações que envolvem diferentes tipos de mentiras

Estudo realizado pelo setor de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) busca mapear como os pais orientam os filhos sobre a mentira. A pergunta que instiga o trabalho é: quando mentir para os filhos é aceitável?


A investigação buscar verificar como os pais avaliam e orientam os filhos em situações do dia a dia que envolvem diferentes tipos de mentiras, segundo nota da universidade. Os genitores são convidados pelos pesquisadores a responderem um questionário online.


A estudante de Psicologia da UFSCar, Letícia Amanda Rodrigues, responsável pela pesquisa, destaca que “diferentes culturas e estilos parentais influenciam a forma como as crianças avaliam moralmente as mentiras”.


O estudo intitulado "Quando mentir é aceitável? Atitudes parentais sobre o comportamento de mentir em crianças" está vinculado ao Grupo de Pesquisa, Desenvolvimento Sociocognitivo e da Linguagem (GPDeSOL). A pesquisa é orientada pela professora Débora de Hollanda Souza, do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar.


"De modo geral, podemos distinguir entre mentiras antissociais, que visam benefício próprio ou evitar punições, por exemplo, quando a criança quebra um objeto e nega para não ser castigada, e mentiras pró-sociais, que têm a intenção de proteger sentimentos ou manter relações sociais, como quando a criança diz que gostou de um presente mesmo não tendo gostado, porque aprendeu que isso é mais educado", detalha Letícia Rodrigues, em nota da UFSCar.

Ela acrescenta que “estudos transculturais mostram que crianças de sociedades consideradas coletivistas tendem a avaliar de forma mais positiva as mentiras pró-sociais em comparação com crianças de sociedades mais individualistas, como os Estados Unidos".


Os pais interessados em participar do estudo devem acessar o questionário disponível no https://forms.gle/dCxaYZeVZFTudGft7. De acordo com a UFSCar, o preenchimento das respostas não demora mais do que 15 minutos.


Quem tiver dúvidas ou quiser mais informações, pode entrar em contato com a pesquisadora pelo e-mail leticia.amanda@estudante.ufscar.br ou WhatsApp (16) 98167-0520. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 94713125.4.0000.5504).


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