top of page

Conta de luz para consumidor residencial fica 9,15% mais cara em Campinas

  • Foto do escritor: Adriana Leite
    Adriana Leite
  • 27 de abr.
  • 2 min de leitura

Reajuste Tarifário Anual (RTA) foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e definiu aumento médio de 18,75% para a alta tensão



Dicas: banhos curtos, use de forma racional o ferro e apague a luz. Foto: Heleno Kaizer/Unsplash
Dicas: banhos curtos, use de forma racional o ferro e apague a luz. Foto: Heleno Kaizer/Unsplash

Preparem os bolsos e os caixas porque a conta de luz fica mais cara na área de abrangência da CPFL Paulista, que atende 234 municípios no Interior de São Paulo, incluindo a cidade de Campinas. O efeito médio para o consumidor (contabilizados alta e baixa tensão) foi de 12,13% aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O Reajuste Tarifário Anual (RTA) entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU).


Os consumidores residenciais terão uma alta de 9,15% no custo da energia elétrica mensal. Para a alta tensão, que são os grandes consumidores do insumo, a média foi de 18,75% e a baixa tensão ficou em 9,25%. De acordo com a ANEEL, o RTA é definido levando em consideração a Parcela B pelo índice de inflação estabelecido no contrato (IGP-M ou IPCA) menos o fator X (IGP-M/IPCA – Fator X). No cálculo são repassados os custos com a compra e a transmissão de energia, e os encargos setoriais investidos em políticas públicas fixados por leis e decretos.


Em comunicado, a ANEEL informa que “os índices aprovados foram reduzidos pela aplicação de diferimento tarifário, mecanismo que permite postergar para ciclos futuros custos reconhecidos no reajuste, reduzindo o impacto imediato para os consumidores, conforme estabelecido nos Procedimentos de Regulação Tarifária (PRORET)”. 


Em nota, a CPFL informa que “os custos não gerenciáveis pela distribuidora aumentaram, impulsionados principalmente pela elevação dos encargos setoriais, em especial a CDE Uso, PROINFA e ESS/EER, os custos de transmissão contribuíram com um aumento devido a atualização das receitas das transmissoras do ciclo 2025/2026, bem como pelo aumento do custo de geração, decorrente principalmente da atualização dos contratos”.


A empresa cita ainda que “em relação à Parcela B, houve uma redução devido à variação anual negativa do IGP‐M, de -1,98%, descontada do Fator X, mecanismo de compartilhamento de ganhos de produtividade aos consumidores”. A CPFL também informa que “a redução tarifária decorre principalmente de dois componentes financeiros: a devolução de créditos tributários de PIS/Cofins e quitação da Conta Escassez Hídrica”. A CPFL Paulista atende 5 milhões de unidades consumidoras.





Comentários


bottom of page